Sobre mim

Advogado
Advogado, graduado pela Universidade Católica de Brasília, formando em Engenharia Elétrica pela PUC-MG e MBA em Gestão de Negócios e TI pela FGV. Trabalhei por 30 anos na área de tecnologia, sendo 21 anos exercendo funções executivas e consultivas em empresas públicas e privadas, de grande e médio porte. Atuante nas seguintes áreas:
- Civil

- Trabalhista

- Administrativo

- Previdenciário

- Tributário

- Compliance e Direito Digital

Verificações

Edney Sabioni, Advogado
Edney Sabioni
OAB 43.828/DF VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
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Edney Sabioni, Advogado
Edney Sabioni
Comentário · há 12 anos
Que o exame é importante, não restam dúvidas. A qualidade do ensino, em geral, tem colocado no mercado profissionais totalmente desqualificados. Nas demais profissões, onde exames de habilitação não são exigidos, o próprio mercado se encarrega de separar naturalmente o joio do trigo: candidatos formados em faculdades de segunda categoria sequer passam pela seleção prévia dos recrutadores.

Entendo que o modelo adotado pela OAB deveria ser estendido às demais profissões, cuja atuação desastrosa do profissional poderia causar danos irreparáveis à sociedade. Além de advogado - recém formado e aprovado no último exame da OAB, sou engenheiro eletricista há mais de 20 anos. Embora eu não atue nesta área, eu poderia ser um RT (responsável técnico) de uma obra. Sim, colega, um RT totalmente desatualizado tecnicamente.

Claro, tenho boa formação teórica, bom senso e experiência de vida que me permitiriam executar tal função. Mas, e se algo desse errado? Eu apenas seria processado e pagaria pelos atos ou omissões praticados, mas nada impediu que o dano ocorresse. Esse é exatamente o espírito do exame da ordem: atuar preventivamente, impedindo danos à sociedade, causados por maus profissionais.

Por outro lado, entendo que o exame deveria ser modificado, tornando-se TOTALMENTE objetivo, pois há formas de se medir o conhecimento na produção de peças e respostas às situações práticas desta forma. Isto evitaria a subjetividade na correção das provas, pois há vários casos de candidatos reprovados que desenvolveram teses jurídicas válidas, mas discordantes do espelho de correção.

O resto, data vênia, é discurso de quem passou os cinco anos do curso tomando cerveja no boteco da esquina...
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